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SAPO Blogs

Este é o blog da equipa do SAPO Blogs.

Coisas boas

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Para começar, abrimos a janela de tempo das Estatísticas. Os nossos autores passam a poder consultar um ano de dados relativos ao tráfego dos seus blogs (o anterior intervalo de tempo era de 6 meses). Na página Estatísticas, basta clicar no separador Último ano, para seguir a evolução das visualizações, entre outros dados. Mais informações.

 

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O novo ponto de encontro dos nossos blogs, a página Leituras, também tem novidades. Passámos a apresentar mais posts e a mostrar quaisquer vídeos incluídos (SAPO Vídeos, Youtube, Vimeo, etc). Mais informações.

 

Esperamos que gostem! O vosso feedback é importante! Contamos com as vossas dúvidas e sugestões nos comentários a este post.

Meet the blogger: Entre Parêntesis

carolina.jpgEsta semana colocámos cinco perguntas à Carolina, uma "apaixonada pelas letras" que sonha vir a escrever livros. Para já, escreve no Entre Parêntesis.

 

Para quem não a conhece, pode apresentar-se?

Ora bem: Carolina, vinte anos, portuense de gema, portista de coração, amante de livros e extremamente caseirinha.
Quando era pequenina queria ser engenheira informática; quando cresci mais um bocadinho percebi, através dos blogs e dos livros, que a minha verdadeira paixão não eram os computadores nem os números mas sim as letras e a escrita. Hoje em dia vou a meio do curso de Ciências da Comunicação e o plano é, quando acabar, tirar algo relacionado com gestão e depois enveredar pelo ramo têxtil (onde cresci).
Isto para dizer que sou ambivalente: gosto de muita coisa e nunca me imaginaria a fazer uma só. Continuo a adorar computadores e a aprender a programar aos bocadinhos, da forma que posso; adoro livros e escrita; adoro moda e a parte que está por detrás dela. Para além disso, cozinhar é outra das minhas grandes paixões. E também adoro comer, claro está. Quero poder fazer de tudo um bocadinho e escrever é mesmo uma das minhas prioridades.

Do que fala o Entre Parêntesis? E de que maneira evoluiu o blog desde 2011?

O Entre Parêntesis fala da minha vida, daquilo que gosto e detesto, daquilo que acho sobre muitos assuntos, dos livros que leio e a comida que como. É a minha escapadela do dia-a-dia, uma espécie de diário aberto, mas escrito para os outros. Foi precisamente isso que mudou desde o início do blog até agora: antes escrevia para mim, numa espécie de terapia e desabafo; hoje escrevo porque gosto, mas a pensar se os outros também vão gostar de saber aquilo que tenho para dizer. Está mais "comercial", pelo lado positivo. Falo menos de coisas pessoais e muito íntimas, embora continue a escrever sobre dissabores que a vida me traz e outras peripécias. Agora tento alhear-me desta minha faceta negativa e escrever e pensar noutras coisas boas. Gosto particularmente de dar opiniões sobre tudo e mais alguma coisa: desde o assunto polémico do momento a uma roupa qualquer que tenha visto no site da Zara. Consigo ser soft mas também corrosiva, dependendo dos dias, mas dá-me sempre gozo escrever. E depois, claro, partilho experiências e "ouço" também as dos meus leitores.

Pode partilhar connosco o post mais comentado do Entre Parêntesis?

Posso, mas devo avisar que não é o mais interessante. O post com mais comentários que tive (66) foi um post com... uma música. Gerou-se uma discórdia entre três comentadores sobre a qualidade da música e dos artistas e choveram comentários numa publicação que, basicamente, foi só uma partilha de estado de espírito. Já agora, a música era a "Little Things", dos One Direction - grupo de quem não sou particularmente fã mas de quem gosto de um par de músicas.
Podia dizer que nos outros dois lugares do "pódio" estão dois posts mais interessantes... mas estaria a mentir. O segundo post mais comentado foi quando anunciei que já tinha os meus bilhetes para o último filme do Harry Potter (que comprei com antecedência, como mega fã que era - e sou). Mais uma vez, foi uma troca de comentários mais acesa sobre o filme.
Por fim, o bronze vai para um post em que pedia opiniões sobre cortes de cabelo curtos, numa altura em que ainda tinha o cabelo até meio das costas. Passado um par de dias cortei-o pelo queixo. Tantas opiniões deram resultado!

A Carolina diz e parece ser uma apaixonada por livros. Como escolhe os livros que lê?

Compro a maioria dos livros pela capa - se uma capa me atrair é meio caminho andado para ler o livro. Mas antes de o comprar costumo ir ler as críticas no Goodreads, para ver a opinião geral das pessoas - já deixei muitos livros na loja à conta disso.
Mas depois de comprados há muitos livros que não leio na hora. Ponho-os na estante do meu quarto, à espera que chegue a altura certa. A estante não é muito grande por isso tem de haver alguma rotatividade: se uns livros entram, outros têm de ir saindo (é claro que há certos livros que têm lugar cativo). Tenho a sorte de ter uns pais que sempre gostaram de ler, por isso também trago muitos livros da nossa biblioteca, mas o processo de "seleção" é o mesmo - passo os olhos pelas lombadas e se algo me despertar interesse, trago-o para o quarto.
Assim, de cada vez que termino um livro, sento-me dez minutos em frente à estante e vejo aquilo que está por ler. Abro os livros, leio a primeira página se for caso... e eventualmente escolho um. É uma espécie de ritual de que gosto muito e que me dá quase sempre o livro certo para cada altura.

Pode recomendar-nos um livro e outro blog no SAPO?

A única parte difícil desta pergunta é ser só um de cada!
Um livro: O sentido do fim, de Julian Barnes. É daqueles livros difíceis de descrever, mas absolutamente deliciosos de ler. A escrita é fabulosa, a história - para mim - encantadora. É um livro que vou reler nos próximos tempos.
Um blog: Words Can Change Your Life, por ser diferente da maioria dos blogs. Tem um toque de sarcasmo e ironia que adoro. É simplista e complexo ao mesmo tempo e é dos poucos blogs que tem a capacidade de me deixar a pensar seriamente sobre um assunto. Só peca por não postar com mais regularidade. Mas, como já uma vez escrevi, é óptimo para fugir da rotina!

 

Obrigado, Carolina!

Meet the blogger: Tiago Presley

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O Tiago Presley é um dos repórteres do SAPO on the hop e bloga diariamente no One Day, One Song. Colocámos-lhe 5 perguntas para o ficar a conhecer melhor.

 

Já és uma cara familiar do público do SAPO, mas para quem não te conhece, quem é o Tiago Presley?

Boa pergunta. Para quem me conhece sou o Tiago. Para quem não me conhece também sou o Tiago.

Muito resumidamente, acho que sou uma pessoa que adora pessoas e que adora comunicar - e não só do ponto de vista do trabalho (acho sempre redutor quando alguém numa bio de uma rede social escreve a profissão ou que estuda “x” ou “y”... Acho que isso não define ninguém).

Mas para quem está mesmo interessado em saber mais sobre mim e como adoro música, posso dizer que sou como uma playlist que tem Ludovico Einaudi, Sigur Rós, Muse, Coldplay, James Bay, Jaymes Young, que se misturam com Sam Smith, Ellie Goulding, Edith Piaf, Banda do Mar e que fica completa com Rosinha, Ana Malhoa ou com qualquer música do “Fabuloso Destino de Amélie”. É muita coisa misturada, mas eu sou assim.

Fazes rádio, escreves e filmas reportagens sobre música e cinema (até tens um MEO Kanal), já publicaste um livro e arranjas tempo para blogar, sempre com sentido de humor. E ainda só tens 21 anos! O que queres ser quando fores "grande"?

Quero ser a Carmen Miranda 2.0 - ela é de Marco de Canaveses como eu e chegou a Hollywood... Eu não peço tanto porque abdico bem da fruta na cabeça.

Como não irei usar fruta, o meu grande sonho é ter um talk-show - o estúdio até pode ser igual ao da Fátima Lopes, mas o género tem de ser mais à Conan O’brien e Jimmy Fallon. Este é um dos primeiros sonhos e que não dá para abandonar.

Mas “quando for grande” quero ser tanta coisa. Por exemplo, se me dissessem “vais trabalhar para sempre na cobertura de concertos/ festivais”, eu seria feliz. Como também seria feliz só a fazer rádio - coisa que nunca quero deixar de fazer!Não me interessa se é em rádio local ou nacional, para mim é igual. Aliás, acho que nas rádios locais há mais liberdade, mais sinceridade e proximidade com os ouvintes - que são quem dão razão de ser à rádio. (Mas Comercial, RFM, Mega Hits, Cidade FM, RR, Antenas 1, 2 ou 3 também podem contar comigo!)

Já tiveste a oportunidade de entrevistar e conhecer muita gente do meio artístico nacional. Quem destacas pela positiva?

Às vezes pergunto-me isso porque, no geral, gostei de toda a gente que conheci. Há algumas pessoas que marcaram por diversos motivos. Por exemplo, a Ágata foi uma das maiores surpresas porque alinhou em todas as minhas brincadeiras na entrevista.

Conhecer a Maria de Medeiros também foi algo incrível - em especial andar de elevador com ela (ok, dito assim não tem muito encanto... talvez assim fique melhor: Andei de elevador com uma actriz do Pulp Fiction!! - soou melhor? Espero que sim).

Poderia destacar mais pessoas. Mas destaco antes a aprendizagem - todas as pessoas que entrevistei e/ou conversei ensinaram-me coisas. Fico sempre mais rico depois de uma conversa - por falar nisso, tenho um autografo da Natalie Dormer (Game of Thrones e Hunger Games)... Se alguém fizer uma boa of€rta...

Começaste há pouco tempo o One Day, One Song, onde te desafias a destacar diariamente uma canção. Como está a correr esse desafio? Até quando pensas que vai conseguir manter o ritmo?

Está a correr muito bem. Eu costumava anotar músicas num moleskine para depois a ir revistar, mas não o fazia fielmente. Então surgiu a ideia do blog e assim comprometo-me a publicar diariamente uma música.

Quando pensei no blog dei-lhe um ano de vida. Mas, como é algo tão simples, penso que a validade pode ser alargada porque todos os dias oiço música e é só escolher uma dessas músicas.


Existe alguma coisa no horizonte (um concerto, livro, etc) que te esteja a entusiasmar?

Há um livro que me entusiasmou ontem, hoje e, de certeza, que me irá entusiasmar amanhã e sempre. Já o li algumas vezes e visito-o regularmente. É o “Amor é fodido” do Miguel Esteves Cardoso. Nunca desilude e já o tenho desde 2012.

Mas pensado apenas no futuro, quero muito ir ver James Bay ao Alive porque acompanho a carreira dele desde o início. Quero voltar a ver Sam Smith. Isto são algumas coisas que desejo ver, mas geralmente cruzo-me com concertos (ou mesmo filmes ou livros) que nunca me passaram pela cabeça e que são verdadeiras surpresas. E eu gosto de surpresas - é a única situação em que ficámos sem controlo e sabe bem.

 

Obrigado, Tiago!

Meet the blogger: Iolanda Rodrigues

iolanda.jpgEat, Play & Love é o nome do seu blog e lema diário. Esta semana colocámos cinco perguntas à Iolanda Rodrigues, nutricionista e blogger.

 

Assinalou há poucos dias um ano de blog no Eat, Play & Love. O que a levou a criar um blog e partilhar um pouco do seu mundo?

É verdade. Parece que foi ontem que o Eat, Play & Love foi lançado e já lá vai um ano! O que me levou a criá-lo foi o gosto pela partilha de conhecimentos e de pedaços de mim. Surgiu numa fase mais complicada da minha vida, em que me vi obrigada a criar uma motivação e uma razão para estar em constante atualização. Sempre me disseram que tinha jeito para a escrita e para comunicar. Acabei por levar mais a sério essa minha capacidade, e decidi arriscar. O blog foi um dos projetos que foi para a frente, e não podia estar mais contente com o retorno tão positivo que teve na minha vida.

Para quem não conhece o seu blog, que post recomendaria ler primeiro?

Recomendaria a ler o post Um ano de Eat, Play & Love. Fiz uma compilação dos melhores momentos e dos posts mais lidos ao longo do ano, onde o leitor pode ir ao encontro do tema que mais lhe agrada, dentro do mesmo post.

É nutricionista e a alimentação é um tema recorrente do blog. Qual é a sua percepção dos hábitos de alimentação das gerações mais jovens? Instagramamos mais a nossa comida, mas, em geral, estamos a comer melhor?

Está a ser feito um grande esforço a nível nacional, através do Programa Nacional para a Promoção de Alimentação Saudável da Direção Geral de Saúde, o que nos leva a perceber que, de facto, os hábitos alimentares dos portugueses são uma preocupação atual. Principalmente no que toca às gerações mais jovens, que serão o nosso futuro. Felizmente, cada vez mais a mensagem da importância de uma boa alimentação é-lhes passada desde tenra idade, nas escolas. E a adesão a projetos e parcerias por parte das escolas é cada vez maior, o que proporciona às crianças uma melhor educação alimentar. Não nos podemos esquecer, contudo, que as nossas raízes são criadas em casa, e que os pais têm um papel fundamental na implementação dos bons hábitos alimentares. Daí ser tão importante a passagem de informação aos encarregados de educação, para que aquilo que se aprende na escola seja também refletido em casa.

De uma forma geral, penso que estamos a começar a ter uma maior adesão a uma boa alimentação. As pessoas preocupam-se mais, não só porque querem chegar em boa forma ao Verão, mas porque se começam a consciencializar das consequências de maus hábitos alimentares. As redes sociais acabam por ajudar nesse sentido. O conceito de "ser saudável” está em voga e a ser rapidamente propagado. No fundo, vamos sendo contagiados pela constante partilha de imagens e vídeos de healthy lifestyle que nos transmitem uma sensação de bem-estar, nos incentivam, e até mudam a nossa percepção sobre como aproveitar melhor o nosso dia-a-dia.

Ao nível da alimentação, tem algum "guilty pleasure”?

Tenho muitos "guiltys pleasures”. Adoro comer de tudo e não me privo de nada. O desafio é saber recioná-los em porções, dias, timing e claro, conciliar tudo com exercício físico.

Pode partilhar um motivo de entusiasmo recente (um livro, viagem no horizonte, etc)?

Ontem foi publicado um artigo sobre bloggers do nosso futebol, na Revista J, onde o Eat, Play & Love está em destaque. Não percam!

 

Obrigado, Iolanda.

Meet the blogger: Jorge Soares

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Esta semana entrevistámos o Jorge Soares, que pergunta há oito anos seguidos O que é o jantar?.

 

O que o faz continuar a blogar ao fim deste tempo?

O Gosto pela escrita, com o tempo tornou-se quase um vício, gosto de partilhar as minhas ideias e de as discutir com o mundo. Através do blog conheci pessoas fantásticas, pessoas da blogosfera e até algumas que nem sequer têm blog mas que de uma ou outra forma se sentiram tocadas ou identificadas com as minhas palavras e decidiram enviar-me um mail.

Porquê "O que é o jantar?"?

Está explicado algures no blog... aqui, o nome foi posto quando eu não tinha uma ideia muito clara sobre a blogosfera e o que queria do blog..... agora não o mudaria por nada.

O feedback dos leitores é decisivo para manter esse ânimo? Que conselhos daria a quem hoje em dia cria um blog e se debate com a falta inicial de feedback dos leitores?

Sim, o feedback dos leitores é muito importante, assim como é muito importante ler e comentar outros blogs, eu ando numa fase em que não tenho muito tempo para ler e comentar outros blogs e nem sempre dou a atenção necessária aos comentários que me deixam...  isso nota-se não só no numero como na qualidade dos comentários que recebo.

A fase inicial de qualquer blog pode ser frustrante durante meses sentimos que estamos a falar para o boneco e isso pode ser desencorajador, nem todo o mundo consegue ter a perseverância suficiente para passar esta fase, a única maneira de a passar é ler e comentar outros blogs, é isso que traz leitores.

Um dos temas que o Jorge já abordou no blog, e que lhe toca perto, é a adoção. O que é importante saber sobre a adoção em Portugal?

Há muitas coisas importantes a saber sobre a adopção em Portugal, a maioria das pessoas tem uma ideia errada sobre a forma como as coisas funcionam, há uma série de mitos e meias verdades que se repetem até na comunicação social.

É por isso que escrevo tantas vezes sobre adopção, já passei por dois processos e acho que é muito importante que as pessoas vão para a adopção com os pés bem assentes no chão e preparadas para o que os espera, a adopção é algo muito importante na vida de quem adopta e de quem é adoptado, não pode nem deve ser visto como um acto de caridade nem como uma forma de ajudar as pobres criancinhas.

Os meus posts sobre adopção deram origem ao blog Nós Adoptamos, que tenho meio abandonado, mas que nunca morre.

Pedimos à anterior entrevistada uma pergunta para o nosso próximo entrevistado, no caso, o Jorge. Aqui fica: "Ainda te lembras da primeira publicação que fizeste no blog?"

Claro que lembro, até porque de vez em quando volto lá ... e acho que é a imagem perfeita do que seria o blog, uma receita que ainda hoje costumo fazer e um comentário sobre uma parvoíce do governo da China.....

 

Obrigado, Jorge!

Meet the blogger: Joana Sousa

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Esta semana entrevistámos a Joana Sousa sobre filosofia, criatividade e blogs.

 

No seu perfil, identifica-se como "sou filósofa". Como é que a Filosofia entrou na sua vida?

A família diz que sempre gostei muito de perguntas, desde pequena. Quando me perguntavam "o que queres ser quando fores grande?" respondia: jornalista - profissão onde o perguntar também é uma constante.
Acho que levei aquilo a que se chama  "idade dos porquês" muito a sério e quando conheci a filosofia no secundário, rendi-me aos seus encantos. Acabei por licenciar-me nesta área. Depois trabalhei na banca, estudei recursos humanos e consultoria até me dedicar à filosofia para crianças.
Em 2008 criei o meu projecto filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade e tenho andado um pouco por todo o país - e pelo mundo, pois já estive em Maputo - a promover oficinas de filosofia e criatividade, para crianças e jovens. Também dou formação a pais, educadores, professores e agentes educativos.
Actualmente estou a trabalhar em duas escolas públicas, assegurando aulas de filosofia em seis turmas do 1º ciclo (1º ao 4º ano, entre os 5 e os 10 anos de idade).


No JoanaRSSousa, conta algum do seu trabalho a ensinar Filosofia a crianças. É mais fácil falar de Filosofia a crianças ou adultos?

Boa pergunta. O meu blog JoanaRSSousa foi criado com a intenção de divulgar o meu trabalho, a minha investigação, a minha caminhada no mundo da filosofia. Quando conheci a filosofia para crianças e as suas metodologias percebi que era isso que queria fazer.
Tem sido um desafio constante. É um desafio duplo: "filosofar" com as crianças, tornando os "trabalhos para pensar" em jogos, em actividades lúdicas que os cativem e perante as quais eles sintam alguma relação com a sua vida; o outro lado do desafio relaciona-se com a desconstrução de uma série de tabus e de preconceitos que os adultos têm perante a filosofia em si e sobretudo perante a filosofia para crianças. "Mas a senhora ensina filosofia aos meninos? As obras de Kant?" Nada disso. Nas minhas aulas ou oficinas partimos daquilo que são as coisas, as situações próximas das crianças para poder trabalhar aspectos filosóficos do pensamento. Partimos do princípio que não saber a resposta não é um problema - temos oportunidade de investigar, em conjunto, a resposta - ou as várias que possam existir.
Esta atitude é mais difícil de encontrar nos adultos, que já estão "cheios" de respostas e nem sempre se disponibilizam para investigar, mudar de ideias, errar, voltar atrás e encontrar respostas - ou até mais perguntas.
Voltando à pergunta: é mais fácil com as crianças, sim. O difícil é tornar isso interessante e apelativo para elas, dia após dia.
Um dia um pai encontrou-me à saída da escola e perguntou: "então a senhora é que é a professora de filosofia? há-de me explicar como é que transforma uma pergunta num jogo!". Por isso é que o meu material de trabalho inclui baralhos de cartas, caixas de sapatos, post its - para além de livros e essas coisas que naturalmente se encontram nas salas de aula.

No JoanaRSSousa, escreve várias vezes sobre filocriatividade. O que significa?

filocriatiVIDAde é o nome do meu projecto, que combina duas áreas nas quais trabalho e investigo: a filosofia e a criatividade. Durante o meu percurso académico acabei por estudar e trabalhar algumas técnicas como os mapas mentais (Tony Buzan) e os seis chapéus do pensamento (Edward de Bono); o meu projecto é o resultado do cruzamento das metodologias da filosofia para crianças (Matthew Lipman e Oscar Brenifier) e das técnicas que referi, que me permitiram criar um estilo de facilitadora/formadora próprio.
A expressão que criei une filosofia e criatividade. Coloco a palavra VIDA em maiúsculas precisamente para salientar este aspecto vital, fundamental da filosofia, do pensar, para a vida de cada um de nós.

A Joana escreve em vários blogs. O que é blogar para si?

Costumo dizer que cheguei tarde ao mundo da internet e depois ao mundo dos blogs. Depois de chegar e de lhe tomar o gosto assumo a postura "daqui não saio, daqui ninguém me tira".
Os blogs são espaços de partilha; no meu caso, tenho vários por opções de comunicação.
Um blog relacionado com o meu trabalho, onde partilho as minhas aventuras no país das filosofias.
Outro onde falo de tudo e mais alguma coisa que se passa na minha vida - os filmes, as músicas, os amores, os desamores, a família, os animais, as coisas curiosas que me acontecem no dia a dia.
Já fiz amigos por causa dos blogs - e já me contactaram para trabalhar por causa do blog. Já me aconteceu ser interpelada por "desconhecidos" que me perguntam "Não és a lady bug?" ou "Tu não és a joana sousa da filosofia? Acompanho o teu blog." Acho isso muito positivo e fico contente quando acontece.
Os meus blogs funcionam como uma espécie de "bilhete de identidade" para me apresentar no vastíssimo mundo da internet. Por mais que as redes como o facebook  e o twitter  façam parte da minha vida e da forma como comunico, os blogs são o cantinho, o porto seguro,  onde gosto de "arquivar" momentos (profissionais ou pessoais) que quero partilhar com o mundo.

O que perguntaria ao próximo blogger desta rubrica?

"Ainda te lembras da primeira publicação que fizeste no blog?"

 

Obrigado, Joana!

Meet the blogger: João Pascoal

mmexport1419340144237 (2).jpgO João decidiu continuar os seus estudos na China e criou o blog Ondas Suaves para registar as suas experiências e impressões ao longo do caminho. Colocámos-lhe cinco perguntas por e-mail.

 

Cinco meses depois, qual é o balanço provisório da tua viagem?

O balanço é mais que positivo. Desde o primeiro ano de universidade que ando a estudar sobre a China e por mais expectativas que tivesse, o resultado é ainda melhor.

Porquê a escolha da China para estudar? E como surgiu a ideia de fazer um blog para registar a experiência?

Entrei na universidade em 2008 e o meu objetivo sempre foi a China. Foi quando ainda estudava no secundário que me comecei a debruçar sobre a China e em 2014, quando estava a começar a minha tese de mestrado, surgiu a oportunidade de vir para a China. O Governo Chinês lançou uma bolsa de estudo para cerca de 9 portugueses e felizmente eu fui um dos contemplados.

A ideia do blog surgiu assim que soube que viria para aqui. Como é de conhecimento geral, a maioria das redes sociais que usamos em Portugal estão boqueadas na China, portanto, a melhor solução para partilhar esta aventura com aqueles que se preocupam comigo foi criar um blog no Sapo. Desde que me lembro que a minha homepage é o Sapo e para além disso, enquanto ainda sonhava em vir, fui sempre lendo os blogs do Sapo de portugueses na China. Tenho noção que apareço de paraquedas neste mundo dos blogues e sinceramente nunca esperei ter leitores fora do meu circulo de amigos e familiares. O que acaba por ser gratificante para mim, sinto que dessa maneira tenho a oportunidade de matar a curiosidade de todos aqueles que se interessam por este país e mais importante, tentar de certa forma desmistificar esta cultura que sempre nos pareceu tão díspar.

É muito diferente estudar na China? O grau de exigência é maior? Que conselho darias a quem estiver a pensar repetir os teus passos?

Sem dúvida que estudar na China é completamente diferente. Venho com seis anos de universidade em Portugal (quatro anos na Universidade Nova de Lisboa e dois na Universidade de Aveiro) e a exigência com que me deparei aqui na Universidade de Ningbo foi enorme e no início até de difícil adaptação. No entanto, isso deve-se essencialmente pelo fato de estar a estudar mandarim. No que toca às outras áreas, pelo que tenho percebido das várias conversas que tenho com estudantes internacionais (tanto licenciaturas como mestrados), a verdade é que o sistema de ensino português me parece muito mais exigente e coerente. Isto porque estamos a falar de cursos só para estudantes internacionais, se quisermos fazer uma comparação com os cursos para chineses aí a coisa muda totalmente de figura e não tenho dúvidas em afirmar que aqui o nível de exigência é muito maior. Mas obviamente que tudo varia de universidade para universidade.

No caso de alguém estar a pensar em vir estudar para a China, a minha opinião é que venham assim que conseguirem. Não percam mais tempo a pensar, venham para a China, e assim que chegarem vão perceber o porquê. O melhor conselho que posso dar é livrarem-se da bagagem de estereótipos que os portugueses têm sobre os chineses e ao chegar não tenham receio de abrir os braços a esta cultura.

 

Se a oportunidade se proporcionar, vês-te a ficar na China a trabalhar?

Se me vejo a trabalhar na China é uma das perguntas que mais me têm feito de Portugal. No início estava praticamente fora de questão, mas neste momento, se a oportunidade me surgir não vou pensar duas vezes, ficar já é uma opção mais que válida. Apesar das imensas saudades que já tenho de Portugal.  

Podes partilhar um motivo de entusiasmo recente?

Algo que gostava de partilhar com vocês é o olhar que passei a ter de Portugal, apesar de ainda aqui estar há pouco tempo, a minha visão alterou-se completamente. Olhando daqui, o nosso pais é uma desilusão constante, e digo-o com a maior das tristezas. Nem falo dos políticos, o alvo preferencial das conversas de café, falo das pessoas que votam neles. Falamos mil e uma coisas dos chineses e de todos os outros povos, maioria das vezes com desdém e repúdio (como bem tenho visto pela internet fora), mas nunca pensamos em nós mesmos. Ao experienciar o quotidiano destas pessoas fiquei a perceber o que é viver na luta pelo melhorar de um país. Os problemas financeiros, políticos e religiosos (que no caso europeu tanto nos têm abalado) ficam para trás. O foco está bem definido e o caminho é feito com o esforço de todos.

Sinto agora que nós ficámos parados no sinal verde, enquanto o resto do mundo lá seguiu quando o sinal mudou. Parece que estamos estagnados na glória da nossa história enquanto todos os outros deixaram a história, procurando glória.

 

Obrigado, João!

Meet the blogger: Magda Pais

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A blogger desta semana é a Magda Pais, autora do StoneArt Portugal, o blog onde escreve sobre as suas leituras e quotidiano.

 

Porque criou um blog? E o que ganha em ter um?

A história do nascimento do meu blog tem alguma piada e é um bocadito longa. Até 2007 eu não escrevia. Quer dizer, escrevia o que todos escrevemos, claro (com muito ênfase para actas de condomínios…) mas não de forma criativa. Em 2007, e enquanto frequentadora e comentadora assídua do Luso-poemas.net, fui sendo desafiada por outros utilizadores para passar a publicar textos meus. Com alguma dificuldade lá cedi e comecei a escrever naquele site. Mais tarde, já em 2008, eu e mais um grupo de amigos estávamos a organizar um evento e todos – excepto eu – tinham um blog. Daí que, numa determinada noite, eles decidiram que eu devia ter blog e foram eles que o criaram, no Blogspot. E até 2010 foi lá publicando algumas coisas. Depois o blog foi violado (no Blogspot) e eu acabei por o mudar para esta plataforma (e aqui um agradecimento público à equipa do SAPO Blogs que, na altura, e com muita paciência e sapiência, me deram todas as explicações e toda a ajuda que uma aselha, como eu, precisou para fazer a importação sem perder textos e/ou comentários).

Esta decisão, a da mudança para este bairro, foi das melhores decisões que eu tomei enquanto bloguista.

Entretanto fui-me desleixando com o blog e o ano passado, no início do verão, decidi que devia recomeçar a escrever, para mim, e pronto, aqui ando.

O que ganho com o blog? Acho que os ganhos são imensos. O carinho e a amizade são, sem dúvida, as duas coisas principais. Reconhecimento pelo que vou escrevinhando, não só pela equipa do SAPO Blogs, com os destaques que vai dando (e que sabem sempre bem) mas também (e, sinceramente e sem desprimor, mais importantes para mim) de outros bloguistas. A possibilidade de discutir, com outros bloguistas, nos comentários, as opiniões diferentes que cada um tem, levando-nos a analisar os temas por outros prismas também é, quando a mim, um ganho (assim o autor a saiba utilizar…)

 

Porquê "Stone art Portugal"?

Quando comecei a frequentar sites de escrita – luso-poemas, escritartes, blogs, etc – tive de escolher um nick/pseudónimo porque não queria identificada. Escolhi, na altura, o nome do poema que mais gosto: Pedra Filosofal. Aos poucos foi desaparecendo a minha necessidade de estar anónima mas o nome manteve-se. Mais tarde a Pedra Filosofal passou a Pedra e depois a Stone. Quando criaram o meu blog não houve dúvida – Stone tinha de lá estar. E como era para publicar as minhas coisas, “a minha arte”, ficou stoneart. Acrescentou-se Portugal porque é o meu país, que eu adoro (apesar de tanta coisa que, por cá, me desilude) e porque stoneart já existia, no Blogspot. Ficou então stoneartportugal.

Quando me mudei, de armas e bagagens para o SAPO Blogs fiz questão de manter o nome do blog pelo significado que tem. Por uns tempos, e apesar de ter a foto e de estar perfeitamente identificada, mantive, como nome de autora, Stone. Depois passou a Magda mas o carinho que tenho pela Stone mantêm-se – afinal foi como Stone que comecei a escrever.

 

Para quem não conhece o seu blog, que post começaria por recomendar?

Ui, nunca fui boa a advogar em causa própria. Mas talvez Eu & e os meus 16.436 dias que é um texto autobiográfico publicado no dia em que fiz 45 anos ou Eu & as leituras que explica em que condições gosto de ler (na prática é em todas, mas adiante). E como sou tão “boa” a advogar em causa própria como a seguir instruções, recomendarei também o post que tem mais favoritos - Eu & os Blogs & os Destaques.

 

A Magda já bloga desde 2008. Que diferenças sente na forma como blogava no início e bloga hoje?

No meu caso pessoal há grandes diferenças nos textos. Inicialmente pedia a alguém um tÍtulo e depois divagava (bem ou mal) sobre esse tema. Hoje em dia divago sobre o que me dá na cabeça – pode ser uma conversa no táxi, uma resposta engraçada dos meus filhos, uma notícia ou a minha opinião sobre um livro que acabei de ler – entre outras coisas.

Há também que referir a interacção com quem nos lê. Lá atrás, em 2008, havia muito pouca interacção. Comentava-se “por obrigação”, porque nos comentavam. Os blogs só existiam mesmo nas plataformas onde tinham sido criados e dar a conhecer o nosso blog era uma tarefa hercúlea, porque tínhamos de visitar e comentar outros blogs constantemente. Hoje, com o facebook e o bloglovin (entre outros e passe-se a publicidade) consegue-se uma maior visibilidade, e podemos acompanhar, de mais perto, aqueles blogs que tratam de temas que nos interessam. Claro que visitar e comentar os outros blogs ainda a melhor forma de nos darmos a conhecer mas já não é a única.

Confesso que cheguei a pensar que, com o facebook, os blogs acabariam por diminuir mas vejo hoje que se completam. E ainda bem!

 

Um motivo de entusiasmo recente (um livro, uma viagem no horizonte, um novo hobby, etc)?

Livros são sempre motivo de entusiasmo para mim. Tenho lá uns 50 à espera de vez para serem lidos e estou entusiasmada, de igual modo, com cada um deles. A leitura é o meu hobby mais antigo e aquele que acho que vai perdurar.

Adoro viajar e este ano estava tudo pensado para ir a Edimburgo. Teremos de adiar por um ano, por isso o melhor é nem pensar no assunto.

Estou deveras entusiasmada com o novo blog Aprender uma coisa nova por dia e por isso deixem-me contar-vos o que é e como nasceu.

Em Outubro do ano passado e eu e a Sofia Margarida, a propósito de eu lhe ensinar qualquer coisa (já não me lembro bem o quê), comentamos que Aprender uma coisa nova por dia, nem sabe o bem que lhe fazia! Daí a nascer uma rubrica, nos nossos dois blogs, com esse título, foi um passinho. Aos poucos mais bloguistas resolveram participar e cada um publicava, no seu blog, a rubrica e os outros colocavam o link na lateral do seu próprio blog. Acabamos por decidir criar um blog que nasceu no final de Janeiro deste ano. Neste momento temos nove bloguistas que, diariamente e à vez, colocam a sua participação na rubrica e mais três bloguistas que participam esporadicamente.

Como é muito recente, ainda há arestas a limar, mas estou (aliás, estamos – eu e a Sofia – as mães) muito entusiasmada. Gostava que continuasse a crescer, cada vez com mais participantes, a par, claro, do Stone Art Portugal que quero continuar a alimentar com as minhas opiniões sobre os livros e com coisas do dia-a-dia.

 

Obrigado, Magda!

 

Novos templates

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Os mais atentos já podem ter reparado que há três novos templates para escolher na área de personalização do SAPO Blogs: o Vogue e o Listrado, idealizados pela Isa Costa, e o Sobrescrito. São os primeiros templates que lançamos em 2015 e incluem alguns detalhes novos que podem querer espreitar, a começar por uma das funcionalidades mais pedidas pela comunidade: excertos automáticos de posts com imagens (no template Sobrescrito).

 

Estamos curiosos para ver como personalizam estes novos templates! Deixem o vosso feedback nos comentários!

Meet the blogger: Miguel Alexandre Pereira

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As nossas cinco perguntas desta semana foram para o Miguel Alexandre Pereira, autor do Um Mar de Recordações.

 

Como surgiu a ideia para criar um blog? E que ambição, se alguma, serve o blog?
A ideia surgiu numa altura em que queria melhorar a minha escrita, sempre tive o sonho de publicar um livro e para isso precisava de evoluir na componente literária. Assim sendo, embarquei nesta aventura. Quis ter uma espécie de responsabilidade para construir histórias e contos com maior frequência. Além disso, este espaço acabava por ser um teste para ver se as minhas palavras interessavam os outros. Se havia alguém que gostasse daquilo que estava a produzir. No fundo, o Um Mar de Recordações foi ao longo dos anos um tubo de ensaio para a minha entrada no mundo dos livros.
 
Porquê o nome Um Mar de Recordações?
Esse foi o meu primeiro dilema na construção do blogue. Queria um nome chamativo, confesso que andei a volta com ele durante algum tempo. Mas depois surgiu este nome até com alguma naturalidade. O meu desejo é deixar presente alguns dos momentos mais importantes que atravesso e os meus gostos pessoais, daí ter-se tornado um álbum de recordações virtual. Confesso que é um blogue que tenho imenso carinho e tem uma grande importância na minha vida.
 
O Miguel é um dos autores mais seguidos no SAPO Blogs. Alguma recomendação para quem está a começar um blog no SAPO?
O crescimento acontece com naturalidade, o importante é partilhar algo que realmente gostamos. O primeiro objectivo tem de ser sempre construir um espaço com um conceito cativante. Depois disso é necessária muita paciência, é normal nos primeiros textos não haver muitos comentários. Não desanimar é fundamental, além de um trabalho e de uma dedicação constante. Caso o trabalho apresentado tenha qualidade e seja criativo, as pessoas vão começar a aparecer. Isso vai aumentando com tempo e com a interacção que se vai tendo com a comunidade.
 
O ano passado, o Miguel passou a ser um autor publicado em livro. Como foi essa experiência?
Foi a concretização de um sonho de infância, ter publicado A Analogia da Morte foi uma sensação incrível. Os primeiros dias foram uma tempestade de emoções, foi fantástico o apoio que recebi tanto dos meus amigos como da comunidade. Nunca pensei que tivesse tanta ajuda e estou bastante grato a todos. Vocês tem feito este sonho crescer cada vez mais! A verdade é que a publicação deste primeiro livro foi o início de uma jornada que ambicionava bastante e que me deu ainda mais força para continuar a trilhar o caminho que tanto desejo. Espero em breve ter muitas e boas novidades para anunciar…
 
Um livro que esteja a pensar ler em 2015?
Neste momento estou a tentar acabar de ler todos os livros que tenho na minha estante, confesso que ultimamente o tempo para ler tem sido um pouco escasso. Mas este ano espero que seja um ano de boas leituras. Em 2015, vou estar mais focado nos grandes clássicos da literatura mundial, com especial destaque para Victor Hugo, Fiódor Dostoiévski e Oscar Wilde. Não há nada melhor do que ler um bom livro!

 

Obrigado Miguel!