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A Equipa

O blog da equipa que mantém o SAPO Blogs. Deixe a sua dúvida ou sugestão nos comentários de qualquer post.

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Meet the blogger: Catarina d'Oliveira

catarina.jpg

Para a nossa 50ª entrevista no Meet the bloggers, escolhemos a Catarina d'Oliveira, autora do blog Close-Up e do Happiness Only Real When Shared.

 

Quem é a Catarina d'Oliveira?

Há tantas formas de começar a responder a isto, e há tantas coisas que poderia dizer e que ainda não tenho conhecimento. Basicamente, sou uma pessoa irrequieta, intrinsecamente insatisfeita, e que gosta de procurar projetos novos, pessoas novas, histórias novas, sempre que possível. Mantenho um blog sobre Cinema (Close-Up) e um outro sobre... partilhar felicidade no fundo (Happiness Only Real When Shared) e ambos ajudam-me a tornar-me uma pessoa melhor, mais organizada, mais dedicada, mais ciente do compromisso, bem como me ajudam também, possivelmente, a conhecer-me um pouco melhor todos os dias. Às vezes acho que sofro de um transtorno profundo de síndrome de Peter Pan e procuro ser uma pessoa descontraída, descomplexada, com vontade de ajudar, sempre com uma piada para todas as ocasiões na manga. No final de contas, é uma ótima pergunta esta... mas acho que parte da nossa missão de vida é ir aprendendo a responder-lhe, aos poucos, todos os dias.

 

Qual é a motivação por trás do blog Happiness?

Essencialmente é uma motivação humana. Na era da digitalização absoluta, parece que nos desligamos um pouco uns dos outros, que deixamos de confiar, que deixamos de baixar a guarda e sorrir, que deixamos de caminhar pela rua sem ser a olhar para o chão.

 

"é tão fácil, às vezes, dar um sorriso a alguém, que é criminoso que não o façamos mais vezes..."

 

Quando criei o blog ainda não sabia bem o que ele seria - nem o sei agora - mas ele apareceu numa altura em que precisava dele, em que precisava de motivação, de me mexer, de fazer alguma coisa. E lembrei-me desta noção que tenho... de que é tão fácil, às vezes, dar um sorriso a alguém, que é criminoso que não o façamos mais vezes... Portanto essa é a motivação basilar - dar sorrisos e partilhar felicidade.

É suposto ser um ponto onde se partilham histórias, ideias, projetos, filmes, livros, música, pessoas que nos inspirem a ser melhores connosco, com os outros e para os outros. Basicamente é um projeto pequeno e muito pessoal que pretende mostrar as potencialidades de ter os braços abertos, para os outros e para a vida. Às vezes dar um sorriso, por mais simples que seja, pode ser a maior vitória do dia de alguém.
Por outro lado, acho que é inútil e desleal quando dizemos que fazemos algo exclusivamente pelos outros. É mentira. Afinal retiramos sempre algo para nós, mesmo que não seja físico ou palpável. E eu retiro algo daqui, todos os dias. Retiro a sensação de que tentei ser melhor e fazer melhor, e retiro a certeza de que amanhã terei de fazer muito mais.

 

No blog dás conta das cartas que diriges e deixas a estranhos com mensagens de encorajamento. Qual foi a tua inspiração para esta iniciativa? Já tiveste algum caso de alguém responder ou ir procurar o teu blog na sequência de uma carta?

A ideia das cartas nasceu com o projeto - essencialmente, é uma amálgama de projetos individuais que já têm lugar em todo o mundo. Eu própria já seguia alguns bloggers de países diferetes e contextos sociais diferentes que o faziam, e desde sempre questionei a utilidade da ação. Aparentemente pode soar totalmente inconsequente, mas isso não podia estar mais longe da verdade.
Assim, pareceu-me, desde o início do Happiness, uma forma extremamente fácil de atuação e com um poder enorme - é verdade que não resolvo a vida de ninguém, infelizmente... mas todos temos dias tão difíceis por vezes, e temos de passar por eles sem uma palavra de conforto e sem qualquer humanidade... e às vezes era só disso que precisavamos para ter força para continuar. E é por isso que escrevo cartas. Porque também tenho as minhas lutas, porque sei que a vida é difícil e porque tenho perfeita noção que, ainda que as dificuldades possam ser variadas e constantes, há sempre razões para continuar, para sorrir.
Quanto a respostas, na maior parte das vezes não me chegaram, mas já tive a felicidade, em três ou quatro ocasiões de receber feedback, e apesar de não o fazer para obter visitas ou para ler comentários bonitos, foi um abraço profundo cá dentro... porque senti que aquelas pessoas perceberam o que estava a tentar fazer e senti, também em alturas em que precisei de sentir, que estava a fazer a coisa certa.

 

Em 2014, deste 40 euros do teu bolso a alguém que pedia dinheiro na rua para poder adquirir uma prótese. Chegaste a encontrar novamente o Humberto? Que reações tiveste, de quem te conhece e não só, ao teu gesto? Voltarias a fazer o mesmo hoje?

Esse é um ponto sensível na minha história pessoal e na história do blog em particular. Basicamente, o Happiness começou com o Humberto. E a repercussão que aquela história teve na altura em que a contei ultrapassou tudo o que poderia ter esperado - que não era muito, na verdade - do arranque do meu projeto. Foram dezenas de pessoas a ler, a contactar-me para a ajudar, a solicitar a criação de uma conta para o Humberto... tive inclusive o contacto de um canal de televisão para cobrir a história dele e ajudá-lo. Foi uma grande alegria porque, na altura, ele chegou a dizer-me que tinha contactado imensos canais e que ninguém o tinha ajudado... E chegamos a sincronizar-nos, dei-lhes o contacto do Humberto, as coisas pareciam seguir de vento em poupa. E foi verdadeiramente bonito e inspirador ver aquela mobilização... senti tanto orgulho nas pessoas que me abordavam para ajudar, que se disponibilizavam por fazer mais...

 

"Apesar de haver momentos de descrença ou em que alguém nos deixa mal, não podemos deixar de acreditar..."

Infelizmente, nada se concretizou como tinha idealizado e às tantas o Humberto começou a evitar-nos, a não atender e, eventualmente, a desaparecer. Foi nessa altura que ouvi uma ou duas histórias sobre como ele mudava de lugar onde pedia esmola constantemente, e onde o valor que dizia faltar para a prótese também flutuava... Não sei que parte do que ele contou era verdade, mas a mentira estava em querer ser ajudado - provavelmente, queria o dinheiro para outros fins. Foi uma reviravolta muito chocante para mim... tanto que nem dei conta do sucedido no blog, talvez por alguma vergonha da minha ingenuidade. Sofri mesmo uma quebra das minhas crenças nessa altura, porque senti que me tinha exposto e que tinha dado o melhor de mim para a concretização de um sonho que afinal não era real... ou pelo menos não era real o suficiente. Cheguei a fazer uma pausa no blog porque me senti genuinamente triste... Não é pelos 40€ em si.. é pelo momento em que escolhi acreditar no que ele dizia.
Se faria o mesmo... faria, sem dúvida, e farei, mas talvez de forma mais calculada e com um método diferente. Oferecerei a minha ajuda primeiro, e dos meus meios. Tentarei conhecer verdadeiramente a pessoa primeiro, os seus motivos e as suas lutas. Disponibilizarei todos os meios que conseguir. E quando vir a verdade... contribuirei com tudo o que puder. Porque apesar de haver momentos de descrença ou em que alguém nos deixa mal, não podemos deixar de acreditar... e eu não deixo de acreditar - o melhor do mundo são as pessoas, como me comprovaram todos aqueles que tentaram ajudar e não só, e enquanto estivermos apaixonados uns pelos outros, temos uma hipótese de melhorar.

 

Podes partilhar connosco um motivo de entusiasmo no horizonte (um projeto novo, um filme prestes a estrear, etc)?

O horizonte é uma perspetiva assustadora... Vês que está longe e que traz possibilidade, mas na verdade, não sabes nada sobre ele. Dá ansiedade, mas também medo. Todavia, no meu horizonte profissional vejo alguma mudança necessária - ainda não sei de que forma se materializará, mas tenho algumas directrizes, alguns trilhos para tentar porque preciso de um abanão nesse aspeto. Pessoalmente, vejo um novo projeto de voluntariado internacional no qual estou neste momento a integrar-me - algo que sempre quis fazer mas foi faltando coragem...até o dia em que não faltou. Vejo também uma dedicação renovada aos meus projetos pessoais - aos meus blogues (novas rubricas, novas secções, novas histórias), aos meus "filmes familiares", aos meus amigos, às minhas pessoas. Essencialmente, espero estar a ver bem mas... vejo vida.

 

Obrigado, Catarina!

Meet the blogger: Raul Lufinha

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Não é crítico, mas trata-se provavelmente de uma das personalidades que mais cultiva e destaca a gastronomia nacional. Fomos conhecer um pouco melhor o Raul Lufinha, autor do Mesa do Chef.

 

Para quem não o conhece, quem é o Raul Lufinha?

É um admirador do trabalho dos chefes de cozinha. Que vai aos restaurantes não para dar notas ou julgar os chefs, mas para aprender. Para ser desafiado. Para conhecer novos produtos, novas técnicas, novas conjugações, novos vinhos…!

E é também um advogado fanático de décadas dos U2, apaixonado pela comunicação e pela gestão, que acabou fazendo um MBA e que de 15 em 15 dias vai sofrer a Alvalade. E que um dia teve a sorte de começar a escrever sobre a felicidade de estarmos à mesa! Já lá vão mais de 1400 posts…

 

Refere no seu blog que quer fazer a partilha de experiências e emoções gastronómicas. Como surgiu o seu entusiasmo pela gastronomia?

Esse entusiasmo existe desde sempre. Mas ganhou um novo sentido quando me dei conta de que, para além de não ser preciso cozinhar para se poder apreciar devidamente o que é cozinhado (da mesma forma que um leitor não precisa de ser escritor para apreciar um livro ou que um cinéfilo não tem que ser realizador de cinema), até haveria vantagem em que existisse algum distanciamento entre o cozinhar e o comer!

Talvez o momento-chave tenha sido uma entrevista em que o Pedro Ayres Magalhães, dos Heróis do Mar e dos Madredeus, explicava que os músicos não conseguem ouvir nem desfrutar da música como as restantes pessoas porque estão demasiado focados na execução técnica, estando sempre a ver quando entra a bateria ou quando a guitarra muda de registo…

E, na verdade, com a comida é o mesmo…!

Se não estivermos demasiado envolvidos na componente técnica, apreciamos muito mais!

 

O que o levou a partilhar esse entusiasmo em blog?

A memória – ou a falta dela. Como passados uns meses já não me lembrava do que tinha comido e bebido, comecei a sentir uma necessidade cada vez maior de registar o que fazia. E depois fui testando vários modelos de registo, até chegar ao formato blog.

 

Neste momento, ainda resta algum restaurante em Portugal que não tenha visitado? Como é o seu trabalho de pesquisa a esse nível?

Tantos! E há ainda novos espaços a abrir todas as semanas! Mas o que tenho mais vontade é de regressar à Madeira – já lá não vou desde os 14 anos – e também de ir aos Açores.

Quanto à escolha dos locais a visitar, o que pretendo é conhecer o trabalho de chefs cuja personalidade se reflita nas suas criações – é esse o critério, tentar descobrir cozinhas com identidade!

 

Por fim, pode recomendar-nos um restaurante que o tenha impressionado recentemente?

O AREIAS DO SEIXO, do Leonardo Pereira. Foi a refeição mais estimulante do ano. Em duas palavras, é a linguagem do NOMA aplicada aos produtos portugueses. E é de um nível de tal forma brutal que a comida sabe a Portugal não pelas receitas… mas pelos ingredientes!

Já em Lisboa, para além dos óbvios de que toda a gente fala, há também três espaços de liberdade e criatividade que admiro imenso: o APICIUS do Francisco Magalhães e da Joana Xardoné (aqui e aqui); o BOI-CAVALO do Hugo Brito (aqui e aqui); e o LEOPOLD do Tiago Feio (aqui e aqui).

 

Obrigado, Raul!

Meet the blogger: Débora Marco

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A blogger desta semana é a Débora Marco, autora do Heidiland, o blog onde partilha o seu dia-a-dia na Suíça.

 

Quem é a Débora?
Sou uma lisboeta de gema que por amor trocou a confusão da cidade portuguesa e rumou à Suíça de modo a poder viver com o arquitecto e a gata Lucy. Sou filha única, mestre em Ciências da Comunicação, comunicadora nata (a.k.a. fala-barato), romântica, lamechas e um pouco refilona. Adoro confeccionar sobremesas, fotografar e viajar. Sonho um dia poder dar a volta ao mundo, mas primeiro tenho que perder o medo de andar de avião.

Qual foi a maior dificuldade que teve na adaptação a um novo país?
Devo admitir e não escondo que a minha adaptação foi um pouco complicada. Não sabia falar alemão, fui viver para uma cidade muito pequena e naquele ano começou a nevar em finais de outubro. Penso que ao longo de um ano entrei várias vezes em curto-circuito. A falta de sol e calor mexe um pouco comigo e o facto de alemão ser uma língua bastante difícil também não ajuda muito. Por isso criei o Heidiland, o meu porto seguro e ferramenta de apoio para ir praticando a escrita também em alemão.

Qual é a sua tag preferida no blog?
Convido-vos a visitarem o Heidiland e descobrem facilmente a minha TAG favorita. É talvez a mais utilizada no blogue: destino // reiseziele. Por influência do arquitecto descobri que gosto de viajar, conhecer sítios novos, pessoas e costumes diferentes. O facto de viajar mais e de ter contacto com outros costumes fez com que a minha forma de pensar mudasse e me tornasse um pouco mais tolerante, menos radical e aceitasse mais facilmente a mudança e o “outro”.

O que não gosta de encontrar num blog?
Como leitora sou muito exigente na forma como os bloggers apresentam os seus blogues. Para mim, um blogue não deve ser tratado como um diário escolar: cheio de rabiscos, cores e gralhas. Quando mais simples, organizado e divertido for o texto e o layout do blog, mais pessoas se identificam e começam a ler.  Pelo menos é essa a minha opinião e tento transpor essas “guidelines” para o meu blogue.  

Pode partilhar connosco um motivo próximo de entusiasmo?
Eu sei que ainda é um pouco cedo, mas estou desejosa que chegue a época natalícia. O Natal é uma época mágica na Suíça. Em finais de novembro começam as feiras de Natal e eu procuro visitar o máximo de feiras que consigo. Gosto simplesmente daquele ambiente de alegria e das barraquinhas de artesanato, comida e vinho quente. Recomendo a todos os meus amigos e leitores que visitem a Suíça em dezembro e conheçam as feiras de Natal de Zurique, Luzerna e Basileia, e se tiverem tempo deem também um pulinho a Constância (Alemanha). Para quem gosta da época natalícia vale a pena enfrentar o frio, beber um bom vinho quente e fazer compras na rua enquanto se ouve músicas de Natal.

 

Obrigado, Débora!

Meet the blogger: Alexandra Rolo

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Fomos conhecer um pouco melhor a Alexandra Rolo, também conhecida na blogosfera por Pantapuff e autora do Folha em Branco.

 

Quem é a Alexandra?

Essa é uma daquelas perguntas complicadas... A Alexandra é a Pantapuff. Sou uma alfacinha com costela nortenha criada em terra saloia e tudo o que essa mistura implica. Gosto de desenhar, escrever e adoro ler. Durante a minha vida académica estudei literatura, história moderna e contemporânea, história religiosa e gestão cultural. Sempre gostei da escola e começo agora a habituar-me a viver sem ir a aulas. Sempre andei de nariz enfiado em vários projectos ligados ao mundo online, literatura fantástica e Ficção Científica. Trabalho como social media manager para a Popular Jump e por isso passo muito tempo online. Tenho a sorte de poder fazer coisas que adoro todos os dias.
Não vivo sem o meu kindle, iPad e smartphone. Se tivesse de usar keywords para me caracterizar seriam: blogger, youtuber, bookworm, cosplayer, nerd, Potterhead e Whovian.


Já bloga desde 2008. Qual é a sua motivação para manter um blog?

O meu primeiro blog nasceu ainda em 2005 e por acaso no SAPO. O Folha em Branco apareceu em 2008 depois de uma extreme makeover após a entrada na universidade em 2007 (e regresso ao sapinho). Queria poder exprimir as minhas opiniões. Não tinha coragem para o fazer em voz alta no dia a dia e escrever era uma forma anónima (daí a utilização do nickname) de o fazer. Mesmo debatendo nas redes sociais as minhas ideias e opiniões ninguém sabia quem eu era e isso acabou por ser libertador e ajudar-me muito.
Acabei por encontrar, através do blog, uma forma de comunicar, conhecer pessoas novas e cresci imenso. Aprendi muito e hoje não tenho problemas em dar a cara pelo que digo e escrevo.
Não tenho uma motivação apenas. Não posso dizer que o faço apenas pelas views pois se fosse esse o caso os tópicos abordados seriam outros... Mantenho o blog pelo gosto em escrever e partilhar com os ocasionais visitantes que comentam. Gosto de partilhar as minhas aventuras porque afinal de contas, há coisas que acontecem a todos nós ;)


Na bio que tem no blog, refere que trabalha com redes sociais. Qual é a sua rede social preferida?

Trabalho com tantas que às vezes é complicado escolher uma. Tenho um carinho muito especial pelo Twitter. Afinal de contas foi a primeira que comecei a usar de forma frequente. Só passei para o facebook definitivamente algures em 2009 quando o twitter estava muito instável e passávamos horas a ver baleias. No entanto tenho de admitir que hoje prefiro utilizar o facebook por ser uma rede muito completa e que me permite fazer imensas coisas. Gosto também de usar o Instagram para partilhar algumas aventuras fotográficas.


Qual é a sua tag preferida no blog?

Ui tenho várias tags de que gosto muito.
Aventuras - criei esta quando andava a estudar para partilhar alguns daqueles momentos mais engraçados (ou não) da minha vida académica. Acabou por passar para outros momentos da minha vida até porque já larguei os estudos.
Bookworming e Cinema mostram um pouco dos dos meus muitos amores :)


Pode recomendar-nos outro blog no SAPO?

Ultimamente tenho seguido o Conversas no Chá das Cinco. É um espaço recente mas que aborda alguns temas de que gosto também.

 

Obrigado, Alexandra!

Mais lidos

Mais lidos é uma nova forma dos nossos autores e visitantes explorarem os conteúdos que são diariamente publicados no SAPO Blogs. A página apresenta os posts SAPO que foram mais visitados nas últimas horas e dias. Encontram esta página no menu de navegação, debaixo da opção Explorar.

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Os posts são apresentados automaticamente e acompanhados de um pequeno excerto do seu conteúdo. Temos andado a testar esta página há algum tempo e ficámos imediatamente fãs desta forma de navegar e descobrir posts. Esperamos dar ainda mais visibilidade a esta página no futuro. Até lá, contamos, como sempre, com o vosso feedback.

 

Por fim, podem ter reparado que renovámos o nosso blog de equipa :) Hoje faz um ano que lançámos a nova versão do SAPO Blogs (ainda se lembram de como era a versão anterior?) e achámos que mudar os nossos blogs de equipa seria uma boa maneira de assinalar a data. Não deixem de espreitar o blog de Ajuda, Destaques e, claro, os Blogs Quentes :)

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