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Meet the blogger: Cláudia Oliveira

claudia.jpg

Esta semana ficámos a conhecer um pouco mais a Cláudia Oliveira, também conhecida como A Mulher que Ama Livros.

 

Quem é a Cláudia? Pode apresentar-se?

O meu nome é Cláudia, sou autora de dois blogues: Cláudia Oliveira e A Mulher Que Ama Livros. Tenho trinta anos, sou mãe de um menino com dezassete meses e estou grávida do próximo. Tenho um canal no Youtube dedicado aos livros. Vivo em Alenquer, adoro música, escrever e não gosto de ver televisão. Dormir, comer e ler são os meus verbos preferidos. Sou uma pessoa divertida, sempre com vontade de fazer muitas coisas. Adoro um bom desafio e, apesar de ponderada, costumo arriscar. Tenho mau feitio, mas já me identifiquei mais com essa característica. O meu maior defeito, para além de cantar músicas numa língua que só eu conheço é sem dúvida o facto de desconfiar muito da bondade dos outros.

Com qual dos seus blogs se identifica mais?

Criei A Mulher Que Ama Livros depois de ter o blog Cláudia Oliveira. O blog Cláudia Oliveira existe desde 2008, mas estou nos blogues Sapo desde 2006. Vi o crescimento, a evolução e gosto muito de cá andar. Aliás, consegui influenciar o meu melhor amigo (O Homem Certo) e a minha irmã mais nova (Delícia de Amêndoa) a criarem um blog.

O blog A Mulher Que Ama Livros nasceu da minha necessidade de falar sobre livros. Na altura só conhecia um blog dedicado aos livros em exclusivo, felizmente somos mais. O meu canal no Youtube precisava de um complemento, um blog foi a melhor opção. Escolher entre os dois é complicado, mas posso afirmar que A Mulher Que Ama Livros me define, os livros constroem permanentemente grande parte da minha personalidade. É escrito com o melhor lado do coração, sem usar o mau feitio esporádico. Já no blog Cláudia Oliveira os meus defeitos estão transformados em textos. O meu lado mais refilão e sem paciência. Tenho um carinho maior pelo blog sobre livros, apesar do primogénito me ter recompensado mais.

Como surgiu o seu amor pelos livros?

O meu amor pelos livros surgiu quando era muito nova, desde que sei ler. Pedia livros em vez de brinquedos nos aniversários e no Natal. De maneira a afastar-me da realidade e superar a perda do meu pai aos oito anos, comecei a ler as histórias dos outros. Os livros continuam a ser o meu refugio até hoje. Ainda hoje são uma espécie de terapia. Os livros aproximaram-me do Mundo, ajudaram-me a compreender as pessoas e deram-me respostas que precisava na infância e adolescência. Os livros são muito importantes para mim.

Recentemente, criei o Clube dos Clássicos Vivos e estou muito entusiasmada com este projecto. Um grupo de pessoas vai trocar impressões sobre um clássico da literatura todos os meses. Também está a decorrer a Maratona Gelo e Fogo, dedicada aos livros de George RR Martin. Tem sido uma experiência fantástica. Os livros tornam-me numa pessoa mais criativa e completa.

Qual é o grande desafio de blogar em vídeo? E a principal oportunidade?

Quando descobri os booktubers (comunidade no Youtube dedicada aos livros) não encontrei um único canal português sobre livros. Sempre achei interessante falar para as câmaras. Dar a cara por um projecto, uma causa. O maior desafio como booktuber é conseguir transmitir sentimentos/emoções sobre um livro através das palavras num curto espaço de tempo. Quando recebo um comentário "li este livro por causa de ti e gostei muito" o objectivo é cumprido com sucesso.

A principal recompensa é ter com quem falar sobre livros com os mesmos gostos literários. Aprendi bastante com os vídeos no Youtube: a perder a timidez, a assumir as minhas opiniões e a sair da minha zona de conforto. Tive a oportunidade de conhecer pessoas incríveis por causa do Youtube, de fazer uma participação no Canal Q. Recebo livros de novos escritores para transmitir a minha opinião, o que me deixa lisonjeada. Também faço alguns passatempos com parceria de algumas editoras.

Gravar vídeos para o Youtube sobre livros faz-me feliz.

Pode partilhar connosco o melhor livro que leu até agora este ano?

Este ano li livros incríveis. Gostava de falar nos livros do George RR Martin, no Memorial do Convento de Saramago, no Sentido do Fim de Julian Barnes, n'O Museu da Inocência de Orhan Pamuk, mas vou destacar apenas um. O livro Laranja Mecânica de Anthony Burgess mexeu muito comigo, fez-me reflectir e passou a integrar a minha lista de livros preferidos da vida.

 

Obrigado, Cláudia!

29 comentários

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