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Meet the blogger: Nuno Matos Cabral

nunomatos.jpgO Nuno Matos Cabral é o criativo por trás do Primeira Casa da Rua, um blog que aborda a decoração do ponto de vista da reutilização e reciclagem. Colocámos-lhe cinco perguntas sobre o blog.

 

Do que fala o Primeira Casa da Rua e como surgiu o nome do blog?

Primeira Casa da Rua fala sobre a reciclagem, reutilização e recuperação na decoração das nossas casas, também damos especial atenção ao faça você mesmo, bricolage ou “do it your self”. Pretendemos chamar a atenção que, para ter uma casa com uma decoração nova não é sinonimo de despender grandes quantias financeiras, por vezes é mais importante a imaginação e a criatividade.

O nome surge devido à casa referência na aldeia, na vila, no lugarejo ou até mesmo na cidade, sabemos quais são as casas mais antigas e que duram décadas se não mesmo centenas de anos, especialmente nos meios mais pequenos, por isso mesmo, aquilo que se pretende com o Primeira Casa da Rua, é aliar uma área que já existe há décadas, se não mesmo há centenas de anos, que é o bricolage, com uma área relativamente recente que é o design, daí ser a Primeira Casa da Rua, a casa referência que se soube modernizar e estar presente no século XXI, trás toda uma experiência e tradição que se une à modernidade do design contemporâneo, é isto que procuramos fazer com o Primeira Casa da Rua.

O blog sublinha a importância de reciclar, reutilizar e recuperar. É uma regra obrigatória para qualquer projeto ou depende do objetivo do cliente?

Cada vez mais os nossos projetos têm como conceito o blogue, aliás o que pretendemos num curto prazo é que a Primeira Casa da Rua seja uma marca associada ao mobiliário e a pequenos objetos decorativos para a casa ou para espaços públicos, que vão estar disponíveis na nossa loja on line, que em breve vai estar em funcionamento, bem como, através de projetos especiais que nos solicitem, quer seja no âmbito do design de interiores, quer seja com peças exclusivas para locais especiais, por isso, os conceitos do blogue e do designer misturam-se cada vez mais.

É mais fácil trabalhar com um cliente que sabe exatamente o que quer ou com alguém que olha para o Nuno para fazer as escolhas certas?

Todos os clientes são um desafio, independentemente, se sabem o que querem ou têm alguma dúvida quanto às suas escolhas. Na primeira situação acabamos por tentar juntar todos os interesses e desejos do cliente num só projeto, que é a casa ou o espaço público que pretendem ver intervencionado, no segundo caso, é um desafio maior, mas acaba por ser mais fácil, uma vez que o cliente quando nos contacta já tem uma ideia daquilo que vai poder esperar do nosso atelier, por isso, apesar de não saber o que quer, sabe que o conceito é o nosso.

Um designer de interiores, além de designer, também tem que ser um pouco psicólogo, para perceber as características de personalidade do cliente e aquilo que realmente pretende, para que o projeto seja aquilo que o cliente sempre quis ou desejou ter, este é o segredo para o sucesso de qualquer projeto.

De vez em quando o Primeira Casa destaca espaços que primam pela decoração. Existe algum espaço  que tenha particular curiosidade para visitar um dia?

A nível internacional gostava de visitar os Jardins da Baía em Singapura, acho que é um projeto que vai mudar o conceito de áreas verdes nos grandes centros urbanos, deu vários passos em frente, especialmente com as super árvores estruturas metálicas cobertas por plantas, onde podemos caminhar a alguns metros de altura.

Estas estruturas aliam a estética com a funcionalidade, um dos princípios que pauta a Primeira Casa da Rua, uma vez que as super árvores foram construídas de forma a fazer um uso sustentável dos recursos naturais: recolhem água da chuva e contém células fotovoltaicas que permitem também acumular a energia elétrica utilizada no final do dia na sua iluminação. Também gostava de conhecer uma loja em Nova Iorque de nome Melissa, um espaço onde a simplicidade no material e a grandiosidade da estrutura criaram uma composição muito interessante. Em Portugal, torna-se tudo mais fácil, as distâncias são muito reduzidas, no entanto, há um edifício que quero visitar há muito, mas nunca se proporcionou, que é o estádio do Braga, do prestigiado arquiteto português Souto Moura, onde de um espaço inóspito, como uma pedreira surgiu uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa.

Um conselho básico para qualquer pessoa que esteja a pensar decorar ou renovar um espaço do seu dia-a-dia.

Na Primeira Casa da Rua temos algumas máximas, uma destas é, nada se desperdiça tudo se transforma, por isso, antes de pensar em deitar fora alguma peça de mobiliário ou um material qualquer, como por exemplo, garrafas, malas de viagem ou caixas de fruta, pense duas vezes, se não souber muito bem o que fazer, visite a Primeira Casa da Rua, tenho a certeza que temos alguma sugestão para essa mesma peça. O importante é reciclar, reutilizar e recuperar.

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